Preparação contra extremos climáticos
Durante a sabatina realizada pela Rede Amazônica nesta segunda-feira (14), a candidata ao Governo do Amazonas, Professora Maria do Carmo (PL), enfatizou a necessidade de uma gestão estadual mais preventiva diante dos ciclos de cheia e vazante. Para a candidata, mais do que debater teorias climáticas, o governo deve focar na assistência direta às populações ribeirinhas que sofrem anualmente com a instabilidade dos rios.
Infraestrutura para o interior
Maria do Carmo criticou a falta de soluções permanentes para as dificuldades de locomoção no interior. Uma de suas propostas centrais é a substituição das tradicionais passarelas de madeira por estruturas definitivas, facilitando o escoamento de mercadorias e o ir e vir das famílias que dependem dos rios para sobreviver.
Saneamento e gestão pública
Ao abordar os desafios de municípios como Benjamin Constant e Atalaia do Norte, a candidata foi taxativa: a falta de água potável e saneamento básico é uma falha de gestão pública e responsabilidade estatal, não apenas uma consequência de fenômenos climáticos. Ela defende que o governo assuma seu papel de provedor de serviços básicos com eficiência e planejamento.
Estado presente no interior
Para aproximar o governo da realidade de quem vive distante da capital, Maria do Carmo propôs a criação de subsedes administrativas em regiões estratégicas. O objetivo é descentralizar os serviços públicos, garantindo que o poder público tenha agilidade para responder aos problemas locais antes que eles se transformem em crises sociais.
Edição: Amazon Online.
Foto da capa: Reprodução.

