Exemplo de superação na família
A história de Arivaldo Sampaio, que aos 69 anos doou um rim para o próprio filho, serve como um poderoso lembrete: a idade não é um impedimento para atos de solidariedade. O que parecia impossível tornou-se um ato de esperança, provando que, com saúde e acompanhamento médico, a generosidade pode cruzar gerações.
O que pode ser doado em vida?
O Ministério da Saúde reforça que doadores vivos podem oferecer um dos rins, parte do fígado, parte da medula ou parte dos pulmões. Para que isso ocorra, a compatibilidade sanguínea é essencial, assim como uma rigorosa avaliação médica do histórico clínico do voluntário.
A avaliação médica é o segredo
Especialistas explicam que não existe uma idade limite automática para a doação. No entanto, em pessoas com mais de 60 anos, a triagem é minuciosamente detalhada. O objetivo é garantir que o doador permaneça saudável e que o receptor receba um órgão em excelentes condições. Exames cardiovasculares, de sangue e de imagem são cruciais para essa decisão.
Legislação e segurança
No Brasil, a lei permite a doação entre parentes de até o quarto grau ou cônjuges sem a necessidade de processo judicial. Para pessoas fora desse círculo, a doação é possível, mas requer autorização da justiça. O foco central de todo o processo, coordenado por unidades de transplante de referência, é a segurança absoluta tanto de quem doa quanto de quem recebe.
Qualidade de vida após a doação
Arivaldo, hoje com 72 anos, é a prova viva de que a vida continua com vitalidade após a doação. Mantendo uma rotina de exercícios físicos cinco vezes por semana e acompanhamento médico anual, ele reforça a importância do cuidado pessoal ao longo da vida: “Nossa velhice é consequência do que fazemos no dia a dia”.
Fonte: Agência Brasil. Edição: Amazon Online.
Foto da capa: Reprodução / Agência Brasil.

