Crise ambiental afeta o ensino
A situação da qualidade do ar em Manaus atingiu níveis críticos nesta segunda-feira (19), forçando a interrupção das aulas presenciais nas redes municipal e estadual de ensino. A medida, motivada pela densa fumaça proveniente das queimadas, visa preservar a saúde dos estudantes e profissionais da educação.
Suspensão no interior e universidades
Além da capital amazonense, as escolas estaduais em Autazes e Nova Olinda do Norte também paralisaram as atividades. No ensino superior, a Ufam suspendeu aulas e atividades administrativas nos campi de Manaus e Itacoatiara até a manhã de terça-feira (20), enquanto a UEA estendeu a suspensão das atividades presenciais até a próxima sexta-feira (23), adotando o regime de trabalho remoto e misto.
Medidas de proteção e combate aos incêndios
A decisão segue orientações técnicas das autoridades de saúde para minimizar a exposição da população a partículas finas. Especialistas recomendam manter ambientes fechados e, se necessário sair, utilizar máscaras PFF2 ou N95. Enquanto isso, o governo federal anunciou um reforço expressivo no combate às queimadas, mobilizando 16 aeronaves, navios e mais de 600 profissionais entre brigadistas e militares para conter o avanço dos incêndios florestais no Amazonas.
Edição: Amazon Online.
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