Caso encaminhado ao Tribunal do Júri
O caso do acidente trágico na Avenida Djalma Batista, que resultou na morte de Lucas Eduardo Cunha Trindade, de 29 anos, ganhou um novo desdobramento. A Justiça do Amazonas, através do juiz Ian Andrezzo Dutra, determinou que o inquérito contra Moacir José Mendes de Albuquerque seja enviado para uma das Varas do Tribunal do Júri da capital. A medida abre a possibilidade de o investigado ser submetido a julgamento popular.
Entenda a suspeita de dolo eventual
A decisão judicial fundamenta-se na hipótese de homicídio com dolo eventual, situação na qual se entende que o condutor assumiu o risco de produzir o resultado morte. O juiz destacou que, nesta etapa processual, não é possível descartar essa classificação, cabendo ao tribunal especializado analisar a continuidade das investigações.
Alta velocidade e omissão de socorro
De acordo com o Ministério Público do Amazonas (MPAM), há indícios robustos de que Moacir dirigia em alta velocidade e sob influência de álcool no momento da colisão, registrada em julho de 2026. O impacto foi tão violento que o veículo de Lucas foi arremessado contra a pilastra de uma passarela, causando a morte imediata da vítima. Além disso, as autoridades apontam que o investigado teria fugido do local sem prestar socorro.
O que vem a seguir
Com a transferência do inquérito, caberá agora às Varas do Tribunal do Júri decidir sobre os próximos passos do processo e a aplicação das medidas legais cabíveis. A defesa do caso segue acompanhando a redistribuição para garantir a análise adequada da dinâmica do acidente e das circunstâncias que levaram à perda de Lucas Eduardo.
Edição: Amazon Online.
Foto da capa: Reprodução.

