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Força-tarefa federal despeja 1,1 milhão de litros de água contra incêndios no Amazonas

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Em uma corrida contra o tempo para preservar a floresta, aeronaves mobilizadas pelo governo federal já despejaram mais de 1,1 milhão de litros de água sobre focos de incêndio no Amazonas. A operação, coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, soma quase 400 horas de voo desde o dia 10 de outubro, sendo fundamental para conter o avanço das chamas em áreas de difícil acesso.

Poder de fogo contra as chamas

Atualmente, 13 aeronaves compõem a linha de frente, incluindo aviões Air Tractor, helicópteros e as potentes aeronaves KC-390 da Força Aérea Brasileira. Estes últimos utilizam o sistema MAFFS, capaz de liberar volumes massivos de água em apenas sete segundos. O suporte aéreo é acompanhado por um contingente de mais de 500 profissionais, entre brigadistas do Ibama, ICMBio, militares da FAB e integrantes da Força Nacional, além do reforço de bombeiros estaduais.

Reforço estratégico e monitoramento

O combate ganhou um novo fôlego com a criação do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas em Manaus, estabelecido para centralizar a logística das operações. Além do combate direto ao fogo, o governo federal instalou uma base da Força Nacional do SUS para atender a população afetada pela fumaça e intensificou a fiscalização para identificar e punir responsáveis por crimes ambientais.

Alerta: o uso do fogo segue proibido

Embora os dados do Inpe mostrem uma queda no número de focos de calor na última semana — com Itacoatiara, Autazes e Boa Vista do Ramos no topo da lista —, a situação continua crítica. O Governo do Amazonas mantém a proibição total de queimadas enquanto durar o decreto de emergência. A recomendação das autoridades é clara: qualquer uso do fogo na vegetação é crime, e os infratores estão sujeitos a penalidades severas previstas no Código Florestal.


Edição: Amazon Online.
Foto da capa: Reprodução.

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