Neutralidade na corrida presidencial
O ex-candidato à Presidência Renan Santos (Missão), que ocupou a quarta colocação no primeiro turno, declarou oficialmente que não apoiará nenhum dos nomes que seguem na disputa pelo Palácio do Planalto. Em transmissão ao vivo logo após a apuração, ele reforçou sua posição de independência, sinalizando aos seus eleitores que se sintam livres para decidirem o voto, ao mesmo tempo em que criticou duramente os finalistas.
Liberdade para o PSD
Enquanto Renan mantém postura isolada, o PSD, legenda de Ronaldo Caiado — quinto colocado no pleito —, decidiu adotar uma estratégia de descentralização. O partido anunciou que não fechará questão em torno de nenhum nome, liberando seus diretórios estaduais e lideranças regionais para que decidam, de forma independente, quem apoiar no embate entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro.
Peso eleitoral
A decisão dos dois candidatos que ficaram de fora do segundo turno ganha contornos decisivos, dado o volume de votos acumulado. Somados, Renan Santos e Ronaldo Caiado angariaram mais de 5,2 milhões de votos. Esse montante é superior à diferença de 2,22 milhões de votos que separa os dois concorrentes que avançaram, tornando o posicionamento de suas bases estaduais um fator estratégico para a reta final da campanha.
Fonte: Agência Brasil. Edição: Amazon Online.
Foto da capa: Reprodução / Agência Brasil.

