Impacto no ensino superior
A paralisação surpresa dos rodoviários em Manaus, ocorrida nesta terça-feira (22), gerou reflexos imediatos nas principais universidades da capital. Tanto a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) quanto a Universidade Federal do Amazonas (Ufam) decidiram alterar o cronograma de atividades presenciais para garantir a segurança de alunos, professores e técnicos diante da dificuldade de locomoção pela cidade.
Medidas adotadas pelas instituições
Na UEA, a decisão foi pela suspensão total das aulas e atividades acadêmicas nos períodos vespertino e noturno em todas as unidades de Manaus. A instituição orientou que coordenações de curso mantenham contato com os estudantes para repassar orientações sobre o cronograma acadêmico.
Já a Ufam optou por flexibilizar o atendimento, permitindo que as atividades acadêmicas e administrativas previstas para a tarde e a noite sejam realizadas de forma remota. A universidade justificou a medida como uma forma de evitar a descontinuidade do calendário letivo sem expor a comunidade acadêmica ao caos no sistema de transporte coletivo.
Entenda a paralisação
O movimento dos rodoviários, que teve início por volta das 10h40, pegou a população e o poder público de surpresa. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Manaus (STTRM), a paralisação ocorre de forma independente, sem o aval da entidade, sendo motivada por atrasos no pagamento da categoria. A Prefeitura de Manaus informou que está monitorando a situação para tentar normalizar a frota de ônibus o mais rápido possível.
Edição: Amazon Online.
Foto da capa: Reprodução.

