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Sindarma apresenta soluções contra a pirataria em audiência pública na Aleam

Ampliar a quantidade de bases, equipamentos e de operações policiais nos rios, apoio político para criação imediata da Polícia Hidroviária Federal e intensificar as fiscalizações da Secretaria de Fazenda do Amazonas (Sefaz), sobre a comercialização de combustível no interior do Estado.

Estas foram as propostas apresentadas pelo presidente do Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial no Estado do Amazonas (Sindarma), Galdino Alencar Júnior, para o combate à pirataria e ao tráfico de drogas nos rios do Amazonas, em audiência pública realizada na tarde de ontem (21), na Assembleia Legislativa, proposta pelo deputado estadual Dan Câmara.

Durante a reunião, com a participação de representantes das polícias Federal, Militar e Civil, Marinha e entidades como a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e os ministérios públicos Federal e Estadual, Alencar também falou sobre as escoltas armadas privadas contratadas pelas transportadoras que reduziram drasticamente as abordagens e roubos de cargas no Amazonas.

“Há dois anos atingimos a marca de R$ 100 milhões de prejuízos provocados por piratas. Esse número está caindo, mas não significa que acabou. Todos os dias há tentativas e trocas de tiros nos rios evitadas pelos seguranças privados, que tem um número limitado de munição, enquanto os piratas vem com metralhadoras e todo tipo de arma. Se um dia, uma balsa com combustível explodir, o mundo vai perceber a gravidade do que acontece no Amazonas”, alertou Galdino.

Nota fiscal
Além da presença policial e instalação de novas bases nas calhas dos rios, o presidente do Sindarma também destacou a necessidade da Sefaz atuar com rigor na fiscalização e controle sobre a comercialização de combustível nos municípios do interior.

Segundo Galdino, em muitos rios do estado é possível inclusive, encontrar faixas penduradas nas margens anunciando a venda de combustível livremente.

“O combustível roubado tem um destino. Se a Secretaria de Fazenda pudesse atuar juntamente com as operações policiais para ver quem recebe e vende o produto, cobrando notas fiscais e a procedência em postos e pontões (postos de gasolina no meio dos rios), poderíamos identificar com mais facilidade quem está financiando a pirataria e o crime organizado”, destacou.

Durante a audiência, o dirigente do Sindarma também afirmou que as quadrilhas estão capitalizadas e fortemente armas, e que o sindicato se coloca à disposição, para auxiliar os poderes públicos e forças de segurança a combater a pirataria.

“Precisamos unir forças. Antes a nossa maior preocupação na navegação eram questões naturais, como pedras e troncos nos rios. Hoje, rezamos e torcemos para que os tripulantes possam chegar ao destino com segurança, saúde e que não aconteça nenhum assalto”, explicou Galdino.

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