mp investiga rompimentos de adutoras e cobra explicacoes sobre falhas recorrentes em manaus foto divulgacao mpam

MPAM endurece o cerco contra a Águas de Manaus após nova onda de rompimentos de adutoras

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Investigação rigorosa

O Ministério Público do Amazonas (MPAM) instaurou um inquérito civil para apurar a sequência de rompimentos de adutoras que causaram caos na Zona Oeste de Manaus. Os incidentes, ocorridos na última quarta-feira (16) na Avenida Coronel Teixeira e no bairro da Compensa, não apenas deixaram centenas de locais sem água, mas também inundaram vias e geraram prejuízos materiais severos a moradores e comerciantes.

Por que as falhas se repetem?

A 52ª Promotoria de Justiça Especializada na Proteção e Defesa do Consumidor (Prodecon) quer respostas claras. O promotor Lincoln Alencar de Queiroz destaca que a recorrência de vazamentos na mesma região é inaceitável. O MPAM está cruzando dados de investigações anteriores para verificar se a concessionária Águas de Manaus e a Ageman têm falhado na manutenção preventiva e se os reparos realizados anteriormente foram, de fato, eficazes.

Cobrança de explicações e indenizações

A Águas de Manaus foi notificada a apresentar relatórios detalhados sobre as causas das falhas, o histórico de conservação das tubulações e o volume de investimentos realizados na rede. Paralelamente, o MPAM abriu uma frente de monitoramento para garantir que os cidadãos afetados recebam as devidas indenizações por danos a imóveis, veículos e mercadorias.

Defensoria também entra na briga

Além do Ministério Público, a Defensoria Pública do Amazonas (DPAM) instaurou um procedimento coletivo. O órgão reforça que o cenário é de reincidência anual e busca assegurar que a fiscalização da Ageman seja endurecida, garantindo que o serviço essencial de abastecimento não coloque mais em risco a segurança e o patrimônio do povo manauara.


Edição: Amazon Online.
Foto da capa: Reprodução.

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