Amapá mira o mercado internacional
O Amapá deu um passo decisivo para fortalecer a economia regional. Com cerca de 15 mil porcos testados e resultados negativos para a peste suína clássica, o estado está próximo de conquistar o selo internacional de área livre da doença. A certificação é o passaporte necessário para que a produção local chegue a outros estados brasileiros e até ao mercado do Platô das Guianas.
Reforço na vigilância sanitária
A estratégia, que contou com o apoio do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), envolveu uma força-tarefa em 700 propriedades rurais. Segundo a Agência de Defesa Agropecuária do Amapá (Diagro), a doença não oferece riscos aos seres humanos, mas causa impactos econômicos severos ao setor, justificando o rigoroso controle sanitário aplicado.
Oportunidades de expansão
Com a documentação final sendo preparada para a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), o setor produtivo vislumbra um novo horizonte. A expectativa é que a chancela abra portas para a exportação e estimule o aumento da produção de proteína animal dentro do próprio estado, reduzindo a dependência de fornecedores externos.
Produtor, fique atento
Para manter o status sanitário impecável, a Diagro reforça a importância da atualização cadastral obrigatória. Produtores de diversas criações, incluindo suínos, bovinos e aves, têm até o dia 15 de novembro para regularizar a situação. A medida é indispensável para garantir que as propriedades permaneçam aptas à comercialização e circulação de animais.
Edição: Amazon Online.
Foto da capa: Reprodução.

